Salmo 10
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
Salmo 10
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Capitania das Artes
foto: Ivaneide Henrique
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte) é a
instituição responsável pela gestão da cultura de Natal. A sua sede é um importante centro cultural
do estado do Rio Grande do Norte.
Com seu prédio em estilo neoclássico, hoje serve de abrigo para lojas de
artesanato, palco para shows e possui auditórios para eventos e convenções,
além de ocasionalmente algumas telas de pinturas serem mostradas em exposições
aos visitantes.
Essa matéria foi publicada no mês de julho com o título Ana Selma: Exportação potiguar
A exposição Brasil: Origens Futebol Arte aconteceu na capitania, e em 2013 será em Portugal
Toda a produção artística de Ana Selma tem como objetivo
promover a integração entre o papel usado e a arte, contribuindo assim para a conscientização
da utilização do reciclável e da
responsabilidade social de cada um para com a natureza.A artista plástica estará expondo sua arte em Lisboa, dia 08 de abril
de 2013, às 16:h (abertura).
A visitação acontecerá da segunda a sexta das 10h às 16h.
Local: Escola EB 1 das Laranjeiras –Rua Virgílio Correia,
30,1600-224 Lisboa.
ENTRADA GRATUITA.
Confira: http://www.galeriadearteanaselma.com.br/frame-pt.html
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Centro de Turismo de Natal...
Em postagens anteriores publiquei sobre o Centro de turismo de Natal/RN
A galeria situa-se no primeiro andar do Centro de Turismo
apresento para vocês as lindas artes...
quadro do artista Córdula
belas artes
bonecas de pano, quem não lembra?
| literatura de cordel
Literatura
de cordel
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Literatura de cordel também conhecida no Brasil
como folheto, é um gênero literário
popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e
depois impresso em folhetos. Remonta ao século
XVI, quando o Renascimento popularizou
a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma
literária popular no Brasil. O nome tem origem na
forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em
cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil
o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto
brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados
com xilogravuras, também usadas nas capas. As
estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas,
recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola,
como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para
conquistar os possíveis compradores. Para reunir os expoentes deste gênero
literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 a Academia
Brasileira de Literatura de Cordel, com sede no Rio de Janeiro.
História
Literatura na forma de folhetos ou panfletos tem
sido usada ao longo de séculos, como meio económico. Folheto holandês de 1637,
durante a tulipomania
A história da literatura de cordel começa com o romanceiro do Renascimento,
quando se iniciou impressão de relatos
tradicionalmente orais feitos pelos trovadores medievais, e desenvolve-se até à Idade Contemporânea.
O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões,
chamados de cordéis.[1] Inicialmente, eles também continham
peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que
introduziram o cordel no Brasil desde o início da
colonização.
Evolução no Brasil
Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos
brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do
cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos,
entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira
da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos
assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a
criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar
cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica
do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte
e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras
pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras
culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Salmo 9
foto:Thuiza Gurgel | |
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1.
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Ao mestre de canto.
Segundo a melodia A morte para o filho. Salmo de Davi.
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2.
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Eu vos louvarei,
Senhor, de todo o coração, todas as vossas maravilhas narrarei.
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3.
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Em vós eu estremeço
de alegria, cantarei vosso nome, ó Altíssimo!
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4.
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Porque meus
inimigos recuaram, fraquejaram, pereceram ante a vossa face.
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5.
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Pois tomastes a vós
meu direito e minha causa, assentastes, ó justo Juiz, em vosso tribunal.
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6.
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Com efeito,
perseguistes as nações, destruístes o ímpio; apagastes, para sempre, o seu
nome.
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7.
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Meus inimigos
pereceram, consumou-se sua ruína eterna; demolistes suas cidades, sua própria
lembrança se acabou.
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8.
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O Senhor, porém,
domina eternamente; num trono sólido, ele pronuncia seus julgamentos.
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9.
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Ele mesmo julgará o
universo com justiça, com eqüidade pronunciará sentença sobre os povos.
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10.
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O Senhor torna-se
refúgio para o oprimido, uma defesa oportuna para os tempos de perigo.
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11.
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Aqueles que
conheceram vosso nome confiarão em vós, porque, Senhor, jamais abandonais
quem vos procura.
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12.
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Salmodiai ao
Senhor, que habita em Sião; proclamai seus altos feitos entre os povos.
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13.
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Porque, vingador do
sangue derramado, ele se lembra deles e não esqueceu o clamor dos infelizes.
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14.
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Tende piedade de
mim, Senhor, vede a miséria a que me reduziram os inimigos; arrancai-me das
portas da morte,
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15.
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para que nas portas
da filha de Sião eu publique vossos louvores, e me regozije de vosso auxílio.
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16.
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Caíram as nações no
fosso que cavaram; prenderam-se seus pés na armadilha que armaram.
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17.
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O Senhor se
manifestou e fez justiça, capturando o ímpio em suas próprias redes.
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18.
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Que os pecadores caiam na
região dos mortos, todos esses povos que olvidaram a Deus.
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19.
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O pobre, porém, não ficará no
eterno esquecimento; nem a esperança dos aflitos será frustrada para sempre.
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20.
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Levantai-vos, Senhor! Não seja
o homem quem tenha a última palavra! Que diante de vós sejam julgadas as
nações.
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21.
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Enchei-as de pavor, Senhor,
para que saibam que não passam de simples homens.
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22.
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(1) Senhor, por que ficais tão
longe? Por que vos ocultais nas horas de angústia?
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23.
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(2) Enquanto o ímpio se enche
de orgulho, é vexado o infeliz com as tribulações que aquele tramou.
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24.
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(3) O pecador se gloria até de
sua cupidez, o cobiçoso blasfema e despreza a Deus.
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25.
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(4) Em sua arrogância, o ímpio
diz: Não há castigo, Deus não existe. É tudo e só o que ele pensa.
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26.
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(5) Em todos os tempos,
próspero é o curso de sua vida; vossos juízos estão acima de seu alcance;
quanto a seus adversários, os despreza a todos.
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27.
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(6) Diz no coração: Nada me
abalará, jamais terei má sorte.
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28.
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(7) De maledicência, astúcia e
dolo sua boca está cheia; em sua língua só existem palavras injuriosas e
ofensivas.
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29.
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(8) Põe-se de emboscada na
vizinhança dos povoados, mata o inocente em lugares ocultos; seus olhos
vigiam o infeliz.
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30.
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(9) Como um leão no covil,
espreita, no escuro; arma ciladas para surpreender o infeliz, colhe-o, na sua
rede, e o arrebata.
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31.
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(10) Curva-se, agacha-se no
chão, e os infortunados caem em suas garras.
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32.
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(11) Depois diz em
seu coração: Deus depressa se esquecerá, ele voltará a cabeça, nunca vê nada.
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33.
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(12) Levantai-vos,
Senhor! Estendei a mão, e não vos esqueçais dos pobres.
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34.
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(13) Por que razão
o ímpio despreza a Deus e diz em seu coração Não haverá castigo?
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35.
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(14) Entretanto,
vós vedes tudo: observais os que penam e sofrem, a fim de tomar a causa deles
em vossas mãos. É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do
órfão.
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36.
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(15) Esmagai, pois,
o braço do pecador perverso; persegui sua malícia, para que não subsista.
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37.
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(16) O Senhor é rei
eterno, as nações pagãs desaparecerão de seu domínio.
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38.
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(17) Senhor,
ouvistes os desejos dos humildes, confortastes-lhes o coração e os
atendestes.
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39.
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(18) Para que
justiça seja feita ao órfão e ao oprimido, nem mais incuta terror o homem
tirado do pó.
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Bíblia Ave Maria - Todos os direitos reservados.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
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