terça-feira, 7 de agosto de 2012

Salmo 10

Salmo 10

1.Ao mestre de canto. De Davi. É junto do Senhor que procuro refúgio. Por que dizer-me: Foge, velozmente, para a montanha, como um pássaro;
2.eis que os maus entesam seu arco, ajustam a flecha na corda, para ferir, de noite, os que têm o coração reto.
3.Quando os próprios fundamentos se abalam, que pode fazer ainda o justo?
4.Entretanto, o Senhor habita em seu templo, o Senhor tem seu trono no céu. Sua vista está atenta, seus olhares observam os filhos dos homens.
5.O Senhor sonda o justo como o ímpio, mas aquele que ama a injustiça, ele o aborrece.
6.Sobre os ímpios ele fará cair uma chuva de fogo e de enxofre; um vento abrasador de procela será o seu quinhão.
7.Porque o Senhor é justo, ele ama a justiça; e os homens retos contemplarão a sua face.
Bíblia Ave Maria - Todos os direitos reservados.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Capitania das Artes


foto: Ivaneide Henrique



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte) é a instituição responsável pela gestão da cultura de Natal. A sua sede é um importante centro cultural do estado do Rio Grande do Norte. Com seu prédio em estilo neoclássico, hoje serve de abrigo para lojas de artesanato, palco para shows e possui auditórios para eventos e convenções, além de ocasionalmente algumas telas de pinturas serem mostradas em exposições aos visitantes. 

           
Essa matéria foi publicada no mês de julho com o título Ana Selma: Exportação potiguar
A exposição Brasil: Origens Futebol Arte aconteceu  na capitania, e em 2013 será em Portugal


Toda a produção artística de Ana Selma tem como objetivo promover a integração entre o papel usado e a arte, contribuindo assim para a conscientização da utilização do reciclável e da  responsabilidade social de cada um para com a natureza.A artista plástica estará expondo sua arte em Lisboa, dia 08 de abril de 2013, às 16:h (abertura).

A visitação acontecerá da segunda a sexta das 10h às 16h.

Local: Escola EB 1 das Laranjeiras –Rua Virgílio Correia, 30,1600-224 Lisboa.

ENTRADA GRATUITA.

Confira: http://www.galeriadearteanaselma.com.br/frame-pt.html

Minha gratidão....


Amigas e amigos , visitantes e seguidores(as). Muitíssimo obrigada!!! cada pessoa que chega ou comenta , meu coração enche-se de alegria. Desejo  um Olhar Redentor sobre todos vocês.
Abraços fraternos.  Desejo uma semaninha recheada de vitórias para todos nós. Amém!!!!!!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Centro de Turismo de Natal...


Em postagens anteriores publiquei sobre o Centro de turismo de Natal/RN

A galeria  situa-se no  primeiro andar do Centro de Turismo




apresento  para vocês as lindas artes...




quadro do artista Córdula










belas artes



bonecas de pano, quem não lembra?

literatura de cordel







Literatura de cordel
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores. Para reunir os expoentes deste gênero literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, com sede no Rio de Janeiro.
História

Descrição: http://bits.wikimedia.org/static-1.20wmf6/skins/common/images/magnify-clip.png
Literatura na forma de folhetos ou panfletos tem sido usada ao longo de séculos, como meio económico. Folheto holandês de 1637, durante a tulipomania
A história da literatura de cordel começa com o romanceiro do Renascimento, quando se iniciou impressão de relatos tradicionalmente orais feitos pelos trovadores medievais, e desenvolve-se até à Idade Contemporânea. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis.[1] Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização.
Evolução no Brasil
Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.























quinta-feira, 2 de agosto de 2012

minha gratidão....

Graças Vos dou Senhor, pelas bençãos recebidas. E quero também agradecer a todos(as) que aqui estão participando  comigo desta nova atividade,. Estou amando interagir com todos(as). Obrigada!
Que Deus nos abençõe hoje e sempre. Amém!!!!!!!!!!!

Salmo 9






foto:Thuiza Gurgel

Pôr do sol em Natal/RN visto da avenida Beira Rio - Ribeira

 

1.
Ao mestre de canto. Segundo a melodia A morte para o filho. Salmo de Davi.
2.
Eu vos louvarei, Senhor, de todo o coração, todas as vossas maravilhas narrarei.
3.
Em vós eu estremeço de alegria, cantarei vosso nome, ó Altíssimo!
4.
Porque meus inimigos recuaram, fraquejaram, pereceram ante a vossa face.
5.
Pois tomastes a vós meu direito e minha causa, assentastes, ó justo Juiz, em vosso tribunal.
6.
Com efeito, perseguistes as nações, destruístes o ímpio; apagastes, para sempre, o seu nome.
7.
Meus inimigos pereceram, consumou-se sua ruína eterna; demolistes suas cidades, sua própria lembrança se acabou.
8.
O Senhor, porém, domina eternamente; num trono sólido, ele pronuncia seus julgamentos.
9.
Ele mesmo julgará o universo com justiça, com eqüidade pronunciará sentença sobre os povos.
10.
O Senhor torna-se refúgio para o oprimido, uma defesa oportuna para os tempos de perigo.
11.
Aqueles que conheceram vosso nome confiarão em vós, porque, Senhor, jamais abandonais quem vos procura.
12.
Salmodiai ao Senhor, que habita em Sião; proclamai seus altos feitos entre os povos.
13.
Porque, vingador do sangue derramado, ele se lembra deles e não esqueceu o clamor dos infelizes.
14.
Tende piedade de mim, Senhor, vede a miséria a que me reduziram os inimigos; arrancai-me das portas da morte,
15.
para que nas portas da filha de Sião eu publique vossos louvores, e me regozije de vosso auxílio.
16.
Caíram as nações no fosso que cavaram; prenderam-se seus pés na armadilha que armaram.
17.
O Senhor se manifestou e fez justiça, capturando o ímpio em suas próprias redes.
18.
Que os pecadores caiam na região dos mortos, todos esses povos que olvidaram a Deus.

19.
O pobre, porém, não ficará no eterno esquecimento; nem a esperança dos aflitos será frustrada para sempre.

20.
Levantai-vos, Senhor! Não seja o homem quem tenha a última palavra! Que diante de vós sejam julgadas as nações.

21.
Enchei-as de pavor, Senhor, para que saibam que não passam de simples homens.

22.
(1) Senhor, por que ficais tão longe? Por que vos ocultais nas horas de angústia?

23.
(2) Enquanto o ímpio se enche de orgulho, é vexado o infeliz com as tribulações que aquele tramou.

24.
(3) O pecador se gloria até de sua cupidez, o cobiçoso blasfema e despreza a Deus.

25.
(4) Em sua arrogância, o ímpio diz: Não há castigo, Deus não existe. É tudo e só o que ele pensa.

26.
(5) Em todos os tempos, próspero é o curso de sua vida; vossos juízos estão acima de seu alcance; quanto a seus adversários, os despreza a todos.

27.
(6) Diz no coração: Nada me abalará, jamais terei má sorte.

28.
(7) De maledicência, astúcia e dolo sua boca está cheia; em sua língua só existem palavras injuriosas e ofensivas.

29.
(8) Põe-se de emboscada na vizinhança dos povoados, mata o inocente em lugares ocultos; seus olhos vigiam o infeliz.

30.
(9) Como um leão no covil, espreita, no escuro; arma ciladas para surpreender o infeliz, colhe-o, na sua rede, e o arrebata.

31.
(10) Curva-se, agacha-se no chão, e os infortunados caem em suas garras.

32.
(11) Depois diz em seu coração: Deus depressa se esquecerá, ele voltará a cabeça, nunca vê nada.
33.
(12) Levantai-vos, Senhor! Estendei a mão, e não vos esqueçais dos pobres.
34.
(13) Por que razão o ímpio despreza a Deus e diz em seu coração Não haverá castigo?
35.
(14) Entretanto, vós vedes tudo: observais os que penam e sofrem, a fim de tomar a causa deles em vossas mãos. É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do órfão.
36.
(15) Esmagai, pois, o braço do pecador perverso; persegui sua malícia, para que não subsista.
37.
(16) O Senhor é rei eterno, as nações pagãs desaparecerão de seu domínio.
38.
(17) Senhor, ouvistes os desejos dos humildes, confortastes-lhes o coração e os atendestes.
39.
(18) Para que justiça seja feita ao órfão e ao oprimido, nem mais incuta terror o homem tirado do pó.

Bíblia Ave Maria - Todos os direitos reservados.




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

artesanato do Centro de Turismo

Em postagens anteriores, eu publiquei o histórico deste prédio
Centro de Turismo -Natal/RN
interior do centro de turismo