quarta-feira, 1 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
Salmo 8
| foto:Thuiza Tavares | ||||||||||||||||||||||||||||||
Salmo 8
Bíblia Ave Maria - Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 30 de julho de 2012
O maior cajueiro do mundo
fotos:Ivaneide Henrique
| Entrada |
| início do passeio |
| você acha que é de verdade? |
| raiz matriz |
visão panorâmica
Maior cajueiro
do mundo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia
livre.
O maior
cajueiro do mundo, também conhecido como cajueiro
de Pirangi, é uma árvore gigante localizada na praia de Pirangi do Norte nomunicípio de Parnamirim,
a doze quilômetros ao sul de Natal, capital do
estado brasileiro do Rio Grande do
Norte.
A árvore cobre uma área de aproximadamente
8500 m²,[1] com
um perímetro de aproximadamente 500 m e produz cerca de 70 a 80 mil cajus na safra, o equivalente a 2,5
toneladas.[2] E
seu tamanho é o equivalente a 70 cajueiros.[2] O
cajueiro teria sido plantado em 1888 por um pescador chamado Luís Inácio de
Oliveira; o pescador morreu, com 93 anos de idade, sob as sombras do cajueiro.
O crescimento da árvore é explicado pela
conjunção de duas anomalias genéticas.
Primeiro, em vez de crescer para cima, os galhos da árvore
crescem para os lados; com o tempo, por causa do próprio peso, os galhos tendem
a se curvar para baixo, até alcançar o solo. Observa-se, então, a segunda
anomalia: ao tocar o solo, os galhos começam a criar raízes, e daí passam a
crescer novamente, como se fossem troncos de uma outra árvore. A repetição
desse processo causa a impressão de que existem vários cajueiros, mas na
realidade trata-se de dois cajueiros. O maior, que sofre da mencionada
anomalia, cobre aproximadamente 95% da área do parque; existe também um outro
cajueiro, plantado alguns poucos anos antes, que não sofre da anomalia
O tronco principal divide-se em cinco
galhos; quatro desses galhos sofreram a alteração genética, e criaram raízes e
troncos que deram origem ao gigantismo da árvore. Apenas um dos galhos teve
comportamento normal, e parou de crescer após alcançar o solo; os habitantes do
local apelidaram esse galho de "Salário Mínimo". As raízes do
cajueiro podem chegar a 10m de profundidade.
Em 1955, a histórica revista O Cruzeiro batizou o cajueiro de "O
Polvo" e definiu o fenômeno como uma "sinfonia inacabada" de
"galhos lançados em progressão geométrica". À época, a planta tinha
2.000 m² de área. Em 1994,
o cajueiro entrou para o Guiness Book.[3]
Existe um mirante no próprio cajueiro
que é muito frequentado por turistas. Dele, se tem uma visão panorâmica do
cajueiro e da praia de Pirangi do Norte.
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Salmo 7
![]() |
| foto: internet |
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1.
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Lamentação de Davi, que cantou em honra do Senhor, por causa de Cus, o
benjaminita.
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2.
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Senhor, ó meu Deus,
é em vós que eu busco meu refúgio; salvai-me de todos os que me perseguem e
livrai-me,
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3.
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para que o inimigo não me arrebate como um
leão, e me dilacere sem que ninguém me livre.
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4.
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Senhor, ó meu Deus, se acaso fiz isso, se minhas mãos cometeram a
iniqüidade,
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5.
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se fiz mal ao homem pacífico, se oprimi os que me perseguiam sem
motivo,
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6.
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que o inimigo me persiga e me apanhe, que ele me pise vivo ao solo e
atire a minha honra ao pó.
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7.
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Levantai-vos, Senhor, na vossa cólera; erguei-vos contra o furor dos
que me oprimem, erguei-vos para me defender numa causa que tomastes a vós.
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8.
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Que a assembléia das nações vos circunde, presidi-a de um trono
elevado.
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9.
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O Senhor é o juiz dos povos. Fazei-me justiça, Senhor, segundo o meu
justo direito, conforme minha integridade.
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10.
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Ponde fim à malícia dos ímpios e sustentai o direito, ó Deus de
justiça, que sondais os corações e os rins.
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11.
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O meu escudo é Deus, ele salva os que têm o coração reto.
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12.
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Deus é um juiz íntegro, um Deus perpetuamente vingador.
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13.
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Se eles não se corrigem, ele afiará a espada, entesará o arco e
visará.
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14.
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Contra os ímpios apresentará dardos mortíferos, lançará flechas
inflamadas.
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15.
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Eis que
o mau está em dores de parto, concebe a malícia e dá à luz a mentira.
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16.
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Abre um
fosso profundo, mas cai no abismo por ele mesmo cavado.
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17.
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Sua
malícia recairá em sua própria cabeça, e sua violência se voltará contra a
sua fronte.
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18.
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Eu,
porém, glorificarei o Senhor por sua justiça, e salmodiarei ao nome do
Senhor, o Altíssimo.
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